Outro dia estava lendo sobre a roda da fortuna. Para aqueles que nunca ouviram falar dela, se trata da roda do destino que pertence à deusa chamada Fortuna.
Existem milhões de explicações que se referem à ela, porém a mais geral de todas é a nossa vida e a própria natureza é como a roda que sobre e que desce e que também nunca pára de se movimentar.
Ontem os romanos regiam o mundo, hoje são os americanos e amanhã já será um outro povo. Nenhum império dura para sempre.
Com essa crise financeira mundial há quem diga que estamos assistindo o começo do fim da liderança absoluta dos Estados Unidos. Apesar dos experts no assunto estarem começando a se dar conta disso, fato é que só o tempo dirá. Mas o que faremos até esse dia chegar? Será que nossas vidas cotidianas mudariam mesmo se o poder do mundo passasse para os europeus ou para os chineses?
Não é que esteja sendo ingênua, mas já não agüento mais ouvir sobre especulações. Acredito que nossa missão face ao desconhecido é de seguirmos em frente na maneira como sempre o fizemos. Se a empresa X ou Y acabar falindo mesmo, nossa vida terá que mudar, e mudanças são boas. Basta olharmos para elas com otimismo. Pode ser que o dinheiro no fim do mês só possibilite uma pizza no sábado ao invés de pizza e teatro, mas a experiência estará sendo nova – e isso não tem preço.
A vida é preciosa demais para passarmos nossos dias fazendo as mesmas coisas para sempre. Queiramos ou não, aceitemos ou não, somos sim como uma roda.
Mas de volta à crise financeira, existe a crença asiática do Wu Wei, que nos ensina a viver hoje e a dar um passo de cada vez. Não adianta ficarmos analisando o que poderia ser de nós caso isso ou aquilo viesse a acontecer. Nem sabemos o que vai acontecer e qual a força da palavra destino realmente exerce em nossas vidas.
Dancemos conforme a música! Sejamos criativos e abertos ao novo! Não nos preocupemos em demasia com algo que ninguém sabe como vai terminar! Curtamos cada dia como se ele fosse o último! Mas ao mesmo tempo durmamos com um olho aberto, já que isso não custa nada…
O que a crise já está trazendo é mudança. Enquanto uns caem, outros sobem e por mais que não queiramos admitir, nascer e morrer faz parte do ciclo da natureza exatamente com o subir e descer da roda da fortuna. Mesmo as cartas ciganas mostram que a morte não significa necessariamente o fim, mas sim um novo começo.
Existem milhões de explicações que se referem à ela, porém a mais geral de todas é a nossa vida e a própria natureza é como a roda que sobre e que desce e que também nunca pára de se movimentar.
Ontem os romanos regiam o mundo, hoje são os americanos e amanhã já será um outro povo. Nenhum império dura para sempre.
Com essa crise financeira mundial há quem diga que estamos assistindo o começo do fim da liderança absoluta dos Estados Unidos. Apesar dos experts no assunto estarem começando a se dar conta disso, fato é que só o tempo dirá. Mas o que faremos até esse dia chegar? Será que nossas vidas cotidianas mudariam mesmo se o poder do mundo passasse para os europeus ou para os chineses?
Não é que esteja sendo ingênua, mas já não agüento mais ouvir sobre especulações. Acredito que nossa missão face ao desconhecido é de seguirmos em frente na maneira como sempre o fizemos. Se a empresa X ou Y acabar falindo mesmo, nossa vida terá que mudar, e mudanças são boas. Basta olharmos para elas com otimismo. Pode ser que o dinheiro no fim do mês só possibilite uma pizza no sábado ao invés de pizza e teatro, mas a experiência estará sendo nova – e isso não tem preço.
A vida é preciosa demais para passarmos nossos dias fazendo as mesmas coisas para sempre. Queiramos ou não, aceitemos ou não, somos sim como uma roda.
Mas de volta à crise financeira, existe a crença asiática do Wu Wei, que nos ensina a viver hoje e a dar um passo de cada vez. Não adianta ficarmos analisando o que poderia ser de nós caso isso ou aquilo viesse a acontecer. Nem sabemos o que vai acontecer e qual a força da palavra destino realmente exerce em nossas vidas.
Dancemos conforme a música! Sejamos criativos e abertos ao novo! Não nos preocupemos em demasia com algo que ninguém sabe como vai terminar! Curtamos cada dia como se ele fosse o último! Mas ao mesmo tempo durmamos com um olho aberto, já que isso não custa nada…
O que a crise já está trazendo é mudança. Enquanto uns caem, outros sobem e por mais que não queiramos admitir, nascer e morrer faz parte do ciclo da natureza exatamente com o subir e descer da roda da fortuna. Mesmo as cartas ciganas mostram que a morte não significa necessariamente o fim, mas sim um novo começo.
Luciana B. Veit