
"Minha alma inquieta não me deixa descansar
Quer aprender, escrever, amar e viajar.
Se move como o gentil vento
Para todos os lados, mas de passo lento.
Se expõe e se esconde
Mas o que sempre quer é ir mais longe.
Se machuca e chora
Se recupera e depois faz hora.
Brilha e canta
Compõe e se encanta.
Ama a vida e a preza
Já a desesperança ela despreza.
Minha alma inquieta nunca me deixa repousar
Deseja se evoluir e decifrar
Todos mistérios que não consegue explicar.
Mas pelo menos um deles ela soube desvendar:
Que é da simplicidade que vem a criatividade."
